Angioplastia ou endarterectomia para estenose de carótida por aterosclerose: uma revisão sistemática
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.14192736Palavras-chave:
Estenose de carótida, endarterectomia, angioplastia com stent, complicações, prevençãoResumo
Introdução: A estenose de carótida aterosclerótica está associada ao risco elevado de acidente vascular encefálico (AVE), e o tratamento visa prevenir complicações. A endarterectomia de carótida (EC) e a angioplastia com stent (ACS) são opções terapêuticas com diferentes vantagens, sendo a EC mais eficaz para estenoses graves, e a ACS uma alternativa menos invasiva. Objetivo: Revisar a literatura sobre a angioplastia e a endarterectomia de carótida, destacando indicações, complicações e desfechos clínicos para definir o tratamento ideal conforme o perfil do paciente. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática, selecionando artigos nas bases MEDLINE, EMBASE, Web of Science e SciELO, publicados até 2024, focando nas taxas de complicações e eficácia dos métodos. Resultados: A EC foi mais eficaz em pacientes com estenose grave sintomática, com uma taxa de complicações de 3%, enquanto a ACS teve uma taxa de reestenose de 15%. Para pacientes de alto risco, a ACS mostrou recuperação mais rápida, mas com maior necessidade de reintervenção devido a complicações tardias. Conclusão: A EC é preferida para estenoses graves e sintomáticas, enquanto a ACS é indicada para pacientes com risco cirúrgico elevado ou anatomia complexa.
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