Nova panorâmica sobre pré-eclâmpsia: atualizações
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13842596Palavras-chave:
Pré-eclâmpsia. Riscos. Gestação.Resumo
A pré-eclâmpsia (PE) é uma condição multifatorial e multissistêmica a partir de 20 semanas de gestação [1]. A doença apresenta grande correlação com condições de vida e saúde materna, como sedentarismo, alimentação inadequada e doenças crônicas (hipertensão arterial sistêmica, doença renal crônica, obesidade e diabetes), [1]. Também integram os fatores de risco: tabagismo, fertilização in vitro, histórico familiar ou pessoal de pré-eclâmpsia, gestação múltipla, nuliparidade e intervalo intergestacional longo [2]. Tal fato, culmina em importante morbimortalidade materna e fetal, através de lesões endoteliais, disfunções orgânicas, restrição de crescimento fetal, prematuridade e óbito; resultando em grande impacto social [2]. Mesmo após a resolução do quadro, há predisposição para doenças cardiovasculares, demência vascular, alzheimer e acidente vascular cerebral [3]. Apesar disso, atualmente, sua fisiopatologia não é totalmente esclarecida [5]. Nesta revisão, abordaremos sobre os principais tópicos relacionados à doença e seus desfechos para o binômio materno-fetal.
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